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Urubus que espreitam nos escutem: aqui estamos e reparem pois poderíamos não estar, e dessa forma...tudo seria diferente!

ALICE C. (1999)

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Sinopse

Alice sofre um acidente de carro e é socorrida por Fausto Coelho que se interessa em saber mais sobre a menina. Descobrimos no passado de Alice o Chapeleiro, um cafetão dono da noite, e Vitória Copas, a "Rainha", uma transexual que acolheu Alice, como a uma filha. O drama se passa num ambiente obscuro de drogas e prostituição com uma trama nervosa repleta de coincidências, duplas personalidades, violência e lascividades constantes traduzidas pelos "Twedles". Todos os acontecimentos a levarão para o "Julgamento na TV" onde será descidido o destino da cabeça de Alice.

Ficha técnica

Direção: Cleiton Pereira

Dramaturgia: Peterson Queiróz e Cleiton Pereira

Elenco: Drico de Oliveira, Jú Penteado, Alex Encenha, Ricardo Araújo, Analú Gonçalves, Débora Barsotti, Luciano Laudelino, Silvio de Solza, jocildo José da Silva "Cebola", Carlos Nascimento

Iluminação, Sonoplastia e Cenografia: Cleiton Pereira

Figurinos: Jú Penteado

Cenotécnica: João Carlos Frasão

Coreografia: Márcia Belarmino

Fotografias do espetáculo: Carlos Magno

Direção em vídeo: Walter Figueido

Edição de imagens: Diego Padiegursk

Operação de Câmera: Fabrício Sales

Argumento: Peterson Queiróz

Produção Executiva: Cleiton Pereira e Alex Encenha

 

 

Sobre

Muito sangue... muito sangue...

Alice C. foi um desses espetáculos do grupo que gerou questionamentos e crises que impulsionaram os Contadores de Mentira para um mergulho profundo. Ainda eram tempos de dúvidas sobre qual caminho seguir.... Ainda eram tempos em que precisávamos substanciar experiências. Alice foi bem e mal sucedido. Descobrimos num espetáculo de "sucesso" que este mesmo sucesso pode ser o fim de um grupo. Descobrimos que precisávamos ser mais radicais. Olhamos para o espelho neste trabalho e nos deparamos com nossas caricaturas e tentamos negá-las num espetáculo com apelos do melodrama e naturalismo. Inserções em vídeos, experiências com cenários que se transformavam foram a dor e a delícia deste trabalho.

 

Alice C. ganhou muitos prêmios em festivais. Direção, cenário, produção, interpretação. Mas para quem importam os prêmios?

Ainda não existem vídeos relacionados a esse espetáculo.

        Chamamos nosso teatro de “Celebração”. Em algum momento na construção de nosso grupo percebemos nas manifestações populares, nas rezadeiras, nas celebrações religiosas, nas manifestações religiosas, nos terreiros, nas danças orientais, um fenômeno que nos tocava...

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