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Urubus que espreitam nos escutem: aqui estamos e reparem pois poderíamos não estar, e dessa forma...tudo seria diferente!

Curra-Temperos Sobre Medéia

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Sinopse

Curra – Temperos Sobre Medéia é um uma celebração Orixá sobre o mito clássico estreado em 2008. Um terreiro, uma arena, um banquete , bebida, comida, pés descalços para celebrar o efêmero.

Em Curra – Temperos Sobre Medéia, o público  não é apenas expectador, é convidado para um “outro lugar”. Uma cozinha funciona durante todo o tempo provocando relações sensoriais onde a dança, a comida, a música celebram o mito da Medéia. Jasão é um orixá recebido pelo corpo de um cozinheiro. Medeia tem a força de Iansã e Glauce, a beleza de Oxum. Creonte , senhor daquele terreiro  exige o seu direito à propriedade  enquanto crianças “Erês” cegas decidem o futuro da mãe. 

Ficha técnica

Dramaturgia e direção: Cleiton Pereira

Composição e Direção Musical: Michael Meyson

Elenco: Arnaldo dos Anjos, Cleiton Pereira, Daniele Santana, Jô Freitas, Narany Mireya, Soraia Amorim e Samuel vital

Iluminação: Math'eus Borges

Sobre

Eis o nosso terreiro...

A Encenação deste espetáculo bebe nas fontes do Teatro Oriental, dos Festejos populares, das danças rituais e, nos rituais Orixás do Candomblé. O espetáculo é tratado como um terreiro, uma celebração que convida o público para experimentações sensoriais e gustativas. Os cheiros, o batuque alucinógeno, a comida servida criam um ambiente festivo para celebração do mito de Medéia. Assim como no candomblé, os atores estão à serviço de um Orixá e de um teatro de celebração. Estão lá como ofício da fé e da representação. O ponto de ligação entre a cultura grega e seus rituais e o aspecto tratado no espetáculo está justamente na celebração ritual. Um banquete é preparado durante toda a encenação e servido à platéia regado a vinho e cachaça. Este embebedar e a gula antropofágica ritualizam a encenação.

Convidados da Cultura Afro Brasileira realizam demonstrações (dança, música, Interpretação, etc.). O espetáculo conta também com uma “Ekedi”, que no Candomblé exerce funções de hierarquia. Dentro do ritual ela ocupa Função feminina. Ela é escolhida pelo orixá para representá-lo. Sendo sua segunda pessoa, está envolvida em todas as liturgias fundamentais na comunidade, exercendo uma inquestionável autoridade.

  • CURRA-TEMPEROS SOBRE MEDÉIA

em tempos difíceis... o melhor é não gritar tanto... melhor olhar para dentro e ver o que conseguimos de energia... de verdade... melhor é vasculhar os próprios rins e desinflamá-los.... olhar para as próprias mãos armadas e retirar das próprias mãos todo e qualquer objeto cortante... O triste é que as marcas de...

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