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Urubus que espreitam nos escutem: aqui estamos e reparem pois poderíamos não estar, e dessa forma...tudo seria diferente!

O Incrível Homem Pelo Avesso

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Sinopse

Uma epopeia, uma festa, uma celebração, uma Procissão, uma feira, um banquete, um outro lugar...

A proposta deste projeto é profana e também religiosa. Profana no sentido de trabalhar o mito e torná-lo festivo e grotesco. Religiosa no sentido de agregar os valores que uniram aquele povo para uma crença cega para uma luta que culminou no massacre. Assumimos nossos"brincantes" e percorremos partes deste espetáculo como um circo rural, e, antes disso, recebemos as pessoas através de uma feira. Oferecemos cachaça, comida, pipoca, doces e mostramos nossos relicários.  

Uma “procissão” revela os apóstolos de Conselheiro. A "Guerra" é um banquete oferecido ao público com comida preparada durante a encenação onde são narradas as expedições contra Canudos através da comida. Mais de 25.000 pessoas foram dizimadas em Canudos pela República do Brasil e a celebração aqui é também dolorosa. Por fim o festejo de maracatu traz o alagamento que escondeu a história do Brasil sob rio Vaza Barris.

Ficha técnica

Dramaturgia e Direção: Cleiton Pereira

Direção e Composição Musical: Michael Meyson

Elenco: Arnaldo dos Anjos, Camila Rafael, Cleiton Pereira, Daniele Santana,  Marco Senna, Michael Meyson,  Samuel Vital, Narany Mireya, Sarah Key

A Mulher que Desenha e queima: Vanessa de Oliveira

Cenotécnica e Fotografia: Alessandro Silva

Iluminação: Samuel Vital e Math'eus Borges

Cenografia: Cleiton Pereira

Produção Executiva: Cleiton Pereira e Daniele Santana

Sobre

O INCRÍVEL HOMEM PELO AVESSO é uma obra extensa de detalhamento e configuração para qual o tratamento neste projeto é o da festa popular. Optamos em multiplicar a obra numa epopéia, porque acreditamos que não é possível condensar a sua magnitude. A opção estética do projeto é o elemento profano, religioso e sertanejo da obra. Tratamos este espetáculo como um figural, um festejo, uma tradição. Celebramos Canudos e Antônio Conselheiro e optamos em narrar os vários Canudenses presentes na guerra.

Adentramos na história do Brasil por um caminho contrário à ótica militar de "Os Sertões", de Euclides da Cunha. Fomos contaminamos por figuras como Pajeú (criador da escola do ódio, Jardelina que cuidava das mulheres), Ana do Bom Jesus (Que sentia o "gozo" da fé), Beatinho (Que organiza os fiéis),  (João Abade, o prefeito de Canudos), Vila Nova (O mascate), Macambira ( O estrategista), entre tantos outros sertanejos históricos que serviram de base para construção dramatúrgica deste projeto.

  • O INCRÍVEL HOMEM PELO AVESSO

        Chamamos nosso teatro de “Celebração”. Em algum momento na construção de nosso grupo percebemos nas manifestações populares, nas rezadeiras, nas celebrações religiosas, nas manifestações religiosas, nos terreiros, nas danças orientais, um fenômeno que nos tocava...

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